Definição
Etapa do processo que consome tempo, recursos ou espaço, mas não altera a forma do produto/serviço nem agrega valor para o cliente. ⚠ Em processos regulados, o critério muda: não agregador de valor = não contribui para a conformidade regulatória, e não “o cliente estaria disposto a pagar?”.
Compreender este conceito
Uma atividade sem valor agregado consome tempo, recursos ou espaço sem gerar o valor exigido pelo processo; é o principal objeto da identificação de desperdícios na melhoria Lean. Em processos comerciais em geral, pode-se avaliar perguntando: “O cliente estaria disposto a pagar por isso?”; em processos regulados, é preciso substituir esse critério por “Isso contribui de forma necessária para a conformidade regulatória?”, sem aplicar o critério anterior (consulte também o artigo [[value-added]]). Também deve ser diferenciada das atividades necessárias, mas sem valor agregado: estas não podem ser eliminadas no momento, mas ainda devem ser reduzidas. Normalmente, o resultado é uma lista de etapas classificadas segundo os critérios adotados, os pontos de desperdício e as oportunidades de melhoria.
Exemplos de cenários de negócios
Na otimização de processos, é necessário identificar atividades sem valor agregado. Por exemplo, no processo de aprovação de crédito de um banco, a equipe identifica etapas que não agregam valor, como revisões repetidas e espera por assinaturas. Primeiro, confirma se essas revisões são exigidas por lei ou regulamento — só as elimina após confirmar que não são; se forem exigidas, mantém-nas e procura melhorias em outras etapas. Após a eliminação, o tempo de aprovação diminui de 5 dias para 2 dia, melhorando a experiência do cliente.